O crime aconteceu há dois meses, mas a mãe só descobriu a verdade na quinta-feira (27). O corpo da criança foi enterrado e concretado na lavanderia da casa do casal.
A polícia ainda apura se os animais foram mortos com o mesmo produto usado nas vítimas humanas.
A mulher teria contado com a ajuda de outras duas suspeitas para cometer os crimes e envenenar as vítimas para ficar com zeus bens e dinheiro
Durante as investigações, ela ainda tentou enganar a polícia, simulando ameaças contra si mesma e tentando culpar um ex-amante por um dos homicídios.
O crime está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi encontrada já sem vida no banco do motorista
A vítima foi identificada como Rodrigo Júnior da Silva Ponce, proprietário de uma empresa de caminhões e terraplanagem na região.
Eles também foram denunciados por duas tentativas de assassinato contra quem se feriu por estilhaços.
O laudo pericial apontou vestígios do soldado Ruan Silva Rodrigues em um boné e na maçaneta do carro, enquanto um moletom e luvas continham DNA do cabo Denis Martins.
O inquérito também envolve três membros do PCC ligados a um caso recente: o assassinato de Antônio Vinicius Lopes Gritzbach, delator do PCC
Corregedoria da PM descobriu que os suspeitos forneciam informações sigilosas e favoreciam criminosos ligados à facção; Um dos presos seria responsável pela morte do delator do PCC
Gritzbach havia feito uma delação premiada ao Ministério Público, revelando nomes de envolvidos com o PCC, além de acusar policiais de corrupção.
A investigação aponta possível ligação com o assassinato do delator Vinícius Gritzbach em Guarulhos.
Além de Baena, os policiais Eduardo Monteiro e Rogério de Almeida Felício, conhecido como Rogerinho, também foram implicados.
assassinato do delator do PCC Vinicius Gritzbach, executado em 8 de novembro no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos,
O crime ocorreu no dia 8 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
O indivíduo identificado é Matheus Augusto de Castro Mota, que permanece foragido.
A Polícia Civil de São Paulo investiga a possibilidade de que o delator do PCC, Vinicius Lopes Gritzbach, tenha sido monitorado durante seu voo de Maceió para São Paulo.
Após o assassinato, os corregedores retomaram as investigações, especialmente após apreender os celulares dos PMs que trabalhavam para ele.
Vinicius Gritzbach respondia a processos por homicídio e lavagem de dinheiro do PCC, segundo o promotor de Justiça Lincoln Gakiya.
Ele estava internado em hospital de Guarulhos e não resistiu aos ferimentos, segundo a família e autoridades. No momento do assassinato de empresário, ele levou um tiro nas costas.
O empresário, de 38 anos, havia fechado um acordo de delação premiada com o Ministério Público de São Paulo, prometendo delatar crimes da facção e da polícia
Ele era investigado por envolvimento com o PCC e havia firmado um acordo para delatar crimes da facção e de policiais.
O tiroteio também deixou três pessoas feridas, sendo duas internadas e uma liberada após atendimento médico
A execução de Gritzbach teria sido planejada, conforme apurações iniciais, com os assassinos aparentemente cientes do local exato do desembarque